 | | TV Digital: mobilidade e conforto | Muitas são as críticas aos impactos sociais causados por essa jovem senhora de mais de 60 anos, a nossa TV.
Mas quem, até hoje foi capaz de determinadamente resistir aos seus encantos? Mesmo que de passagem pela sala, sem nenhuma intenção de dar-lhe maiores atenções, somos seduzidos por sua simpatia. Desde que começou a fazer parte de nosso cotidiano, a TV passou por várias mudanças, ocasionando, em cada uma delas, alterações em nossos hábitos. Os pesquisadores e fabricantes não param nunca, tentam a cada dia aperfeiçoá-la ainda mais, como uma tentativa de nos atrair por algum novo diferencial. Neste contexto, a tecnologia de vanguarda fica por conta das TVs de LEDs, aparelhos com espessuras consideravelmente menores (de 3 a 4 cm) e excelente qualidade de imagem.
Com esta evolução, quem teve que caminhar a par, foram os detentores de conteúdo (produtoras, distribuidoras e emissoras de televisão) que não tiveram outra hipótese senão melhorar a qualidade de suas transmissões. No Brasil o marco inicial desta mudança foi o dia 2 de Dezembro de 2007, com a primeira transmissão oficial de sinal da TV Digital.
A partir daí muitos investimentos foram e ainda são necessários para adotar a nova tecnologia: os padrões de codificação de áudio e vídeo, transmissão e recepção, por exemplo, devem ser mais robustos a ponto de manter o sinal no ar nas mesmas áreas de cobertura da TV analógica.
O processo de migração exige a estruturação das emissoras e afins para suportar o desempenho e velocidade exigidos por esta nova tecnologia. Neste aspecto, a Lacerda, desde o início do processo, tem amparado algumas emissoras em suas necessidades de autonomia e condicionamento da energia.
Desde 2007, a Lacerda vem fornecendo equipamentos para emissoras e suas coligadas como: Rede TV, TV Cultura, TV Canção Nova e CCB (filiada do SBT em Florianópolis). São mais de 1000 kVA só em equipamentos SAI, trifásicos de alta frequência, dando suporte a transmissores digitais, estúdios, ilhas de edição, central técnica de áudio e vídeo, servidores de data center, entre outros.
Resumindo, as tecnologias digitais implicam em mudanças na forma de fazer e transmitir TV, o que varia é o leque de necessidades das emissoras para essa migração. Muito ainda deverá ser feito neste sentido no Brasil...
Fonte: Lacerda Sistemas
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